Política
Histórico dos prefeitos
Dos intendentes do fim do século XIX à primeira mulher eleita prefeita: quem governou Pederneiras desde 1891, e o que cada gestão deixou para a cidade.
Relação dos intendentes e prefeitos de Pederneiras desde a criação do município, em 22 de maio de 1891, com a biografia e as principais obras de cada um, quando os registros permitem.
Até 1947 os intendentes e prefeitos eram nomeados — pelas Câmaras Municipais ou pelos interventores. Desde então são eleitos pelo voto direto; veja As eleições em Pederneiras.
1891–1893 · Leopoldo Clementino Moreira (intendente)
Descendência do primeiro prefeito de Pederneiras, Leopoldo Clementino Moreira: pai de Virgulino Clementino Moreira, marceneiro e proprietário de funerária na avenida Tiradentes; casado com Rosa Fornazari, teve cinco filhos (Nelson, que manteve a funerária; Nair, do lar; Carlos, bancário; Mario, advogado); todos mudaram de Pederneiras; permaneceu em Pederneiras Alberto Clementino Moreira que participou da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a segunda guerra mundial, foi professor do Ginásio Anchieta e da Escola Técnica de Comércio Anchieta, advogado e vereador no quadriênio de 1956 a 1959, sendo presidente da Câmara em 1956 e reeleito, exerceu o mandato de 1960 a 1963; Alberto Clementino casou com Tereza Figueiredo e teve quatro filhos (Carlos Alberto, médico ortopedista; Cláudio Roberto, médico ginecologista; Neusa Maria e Nilceia Maria Clementino, comerciantes).
1894 · Cel. Manoel José Coimbra (intendente)
O distrito, município e comarca de Pederneiras teve em Coronel Manoel José Coimbra um dos principais articuladores nas primeiras campanhas criadas que culminaram com a criação do distrito de Pederneiras em 1889 e município em 1891. Em 1894 já articulava campanhas pró-criação da comarca de Pederneiras, só instalada em 1928. Coronel Coimbra foi um dos primeiros vereadores de Pederneiras e representava a vila de Pederneiras na Câmara Municipal de Lençóis em 1889. Em 1891, quando foi criado o município, continuou como vereador até o ano de 1898. Em 1894 foi intendente, cargo correspondente ao de prefeito municipal. Coronel Manoel José Coimbra faleceu em 4 de julho de 1912.
1895 · Claudino José Pereira (intendente)
1896–1898 · Joaquim Antônio Esteves
1899–1900 · Alberto Penteado
1901 · José Alves da Silva
1901–1909 · Joaquim de Sales
Coube a Joaquim de Sales a iniciativa dos principais serviços de melhoramentos público da cidade. Construiu a primeira ponte de madeira sobre o ribeirão Pederneiras na atual avenida Tiradentes em 1903. Essa obra foi executada por José Maria Paiva, Pedro Bigeli e outros. Na época as pontes eram construídas de madeira. Em 1904 elaborou os primeiros 3000 metros de guias e sarjetas, instalou o primeiro centro telefônico em 1905 e construiu o primeiro reservatório d’água que se localizava na travessa Anchieta onde atualmente estão as várias repartições da prefeitura municipal. Expandiu a primeira canalização para abastecimento de água na cidade.
1909 · José Hilário e Silva (interino)
José Hilário e Silva nasceu em Três Corações, Minas Gerais, sendo adotado por Maria Cintra. Estudou em colégios particulares de Belo Horizonte. Já viúvo e com os filhos João Hilário e Silva e José Lázaro Hilário e Silva, mudou-se para Iacanga onde se casou em segundas núpcias com Maria Dias Silva com a qual teve três filhos: Lázara, Nelson e Estanislau Hilário e Silva. Mudou para Pederneiras onde exerceu as atividades de guarda-livros, profissão semelhante ao de atual contador. Foi vice-prefeito na gestão de Joaquim de Sales, de 1901 a 1909, e de Cândido de Camargo Serra, de 1909 a 1919, com ativa participação nessas administrações e também como vereador na câmara em 1908 e 1909. Faleceu em Pederneiras em 19 de janeiro de 1960.
1909–1919 · Cândido de Camargo Serra
Na gestão do prefeito Cândido de Camargo Serra, Pederneiras assistiu grande impulso, iniciado com a iluminação elétrica em 1910. Foi concessionária dessa empreitada a firma A. Pena & Cia., representada pelo engenheiro civil Alfredo Pena, de Agudos. Também realizou a construção da ponte de concreto sobre o ribeirão Pederneiras na avenida Tiradentes, edificou a nova caixa d’água com ampliação da rede de encanamentos para o abastecimento de água, realizou a instalação de esgotos e construção o matadouro municipal em 1916. Conseguiu junto ao governo do estado a construção da cadeia pública. Colaborou nas iniciativas e na construção do prédio da primeira igreja de São Sebastião. Junto ao seu sogro Eliazar Rodrigues Braga, contribuiu para a consecução do edifício do Primeiro Grupo Escolar de Pederneiras.
1919–1920 · Rodopiano Neves
1920 · João Nunes Sumares (interino)
1921 · Décio Pereira
1921–1922 · José Vicente Arantes (interino)
José Vicente Arantes nasceu em Aiuruoca, Minas Gerais, em 5 de abril de 1876, filho de Joaquim Thomaz de Arantes e Gabriela Cândida Pereira. A mãe, já viúva, mudou para o município de Pederneiras com o filho José Vicente onde adquiriu a fazenda Sobrado. Foi vereador de 1920 a 1932, presidente da câmara de 1926 a 1930 e prefeito municipal em 1921-1922 e 1924-1925. Participou ativamente na campanha pela instalação da comarca de Pederneiras como presidente da Câmara em 1928, da comissão organizadora da Santa Casa nesse mesmo ano e de inúmeras melhorias quando, por seus atos, a cidade teve grande progresso.
1923–1924 · Francisco de Assis Nepomuceno
O médico Francisco de Assis Nepomuceno foi prefeito em dois períodos agitados da política nacional. Eleito vereador em 1922, a câmara o elegeu prefeito quando duas facções se dividiram em duas câmaras, havendo intervenção por intermédio do ministério público, anulando as eleições depois de dois anos. Nesse período construiu o jardim da praça da matriz e o passeio público central da cidade.
1924–1925 · José Vicente Arantes
1925 · Benjamim Monteiro da Silva
Benjamim Monteiro da Silva nasceu em 21 de maio de 1886 em Juiz de Fora, Minas Gerais, filho de Protasio Antônio Monteiro da Silva e Eliza Rodrigues Pereira Monteiro da Silva. Em 1906 mudou para o Rio de Janeiro e dali para Três Lagoas, onde trabalhou na Estrada de Ferro Noroeste. Casou com Tiburcia de Queiroz e mudou para Araçatuba, adquirindo uma serraria e exerceu os cargos de sub-prefeito e juiz de paz. Mudou para Pederneiras onde instalou máquinas de beneficiamento de arroz, café e algodão. Foi eleito vereador em 1924 e em janeiro de 1925 foi nomeado prefeito. No dia 13 de maio, voltando a Pederneiras após vistorias em obras em Água Limpa (atual Santelmo), em dia chuvoso, ao se aproximarem da ponte sobre o ribeirão Bauru, o veículo desgovernou-se devido à lama, caindo da ponte e infelizmente vindo a falecer.
1925 · Alfredo Mendes da Rosa
1926 e 1928 · Fausto Furlani
Nasceu em Povo, Trento, sul Tirol austríaco (hoje Itália) em 5 de fevereiro de 1876, filho de Leonardo Furlani e Maria Merz Bonvecchio Delavitz. Terminando seus estudos em engenharia e topografia, veio para o Brasil em 1897 no navio Equita-Savona, desembarcando em Santos. De São Paulo seguiu para Jaú onde foi contratado para construção de prédio para máquinas de beneficiamento de café, moinho e casas para os trabalhadores. Ali conheceu Virginia Cervi com quem se casou em 20 de outubro de 1900. Executou obras em fazendas de Bariri, Jaú e Bocaina. Veio para Pederneiras em 1901 para terminar a divisão judicial da fazenda Macaco. Construiu sua casa em 1903 e instalou o primeiro telefone particular da cidade em sua residência. Para poder receber títulos profissionais no Brasil, estudou português e fez os cursos de engenharia pela Escola Livre de Engenharia do Rio de Janeiro. Em 1911 seu pai convenceu Fausto e os seus irmãos Amadeu, Giovani Batista Mario e Valério a construírem o Castelo, iniciado em 1913 e concluído em 1914. Em 1924 instalou a pedreira Furlani na fazenda Cachoeirinha, com ramal ferroviário, abastecendo a Estrada de Ferro Noroeste. Foi eleito vereador em 1925 e assumiu em janeiro de 1926, quando a câmara o elegeu prefeito. Iniciou inúmeras obras na cidade tais como rede de água, estradas e pontes. Teve que entregar o cargo após cinco meses. Recorreu e a justiça lhe deu ganho de causa, reassumindo a função em fevereiro de 1928, quando deu início ao calçamento das ruas com paralelepípedos (até esse momento, as ruas eram de terra). Durante sua gestão Pederneiras se tornou comarca, instalada em 26 de abril de 1928. Projetou a passagem de nível sob os trilhos da ferrovia. Fausto Furlani faleceu em Pederneiras no dia 14 de novembro de 1973, aos 97 anos.
1926–1928 · Sebastião Braga
1929–1930 · Serafim Ferreira dos Santos
Coube a Serafim Ferreira dos Santos a conclusão do calçamento das ruas centrais da cidade. Era natural de Portugal e veio para Pederneiras no final do século XIX. Casou com Antilha Gomes e teve quatro filhos: Euclidia (casada com Emilio Pinto Abrantes), Alzira (casada com Carlos Fonseca), Waldomiro e Elza Gomes dos Santos.
1930–1933 · Francisco de Assis Nepomuceno
Em 1930, Francisco de Assis Nepomuceno foi elevado pelo governo provisório a cargo de prefeito. Em outubro de 1932 foi substituído interinamente pelo período de 19 dias, por Elpidio Antonio Ladeira, nomeado pelo comandante militar. Retornou ao cargo e permaneceu até 8 de março de 1933 quando, através de seu procurador Edmundo de Almeida, transmitiu o cargo ao Deocleciano Canto Meneses. É digno de nota que o país passava por um período agitado após a insurreição contra o governo provisório de Getúlio Vargas ocorrido de julho a outubro de 1932. Os municípios paulistas estavam sob ordem militar, através do interventor estadual. Francisco de Assis Nepomuceno soube manter a paz e a segurança, desenvolvendo seu programa administrativo. Nessa época, fez uma completa remodelação na praça da matriz, com alinhamento dos passeios, a elevação dos canteiros e a construção do coreto. Ampliou a rede de águas e esgotos da cidade.
1932 · Elpidio Antonio Ladeira (interino)
De 8 a 27 de outubro de 1932.
1933 · Deocleciano Canto Meneses (interino)
De 8 de março a 16 de setembro de 1933.
1933–1936 · Iracy T. Ubirajara de Oliveira
Ubirajara de Oliveira tomou posse em 16 de setembro de 1933. Criou a primeira feira livre da cidade que era instalada em frente ao paço municipal. Um dos grandes problemas da cidade era o fornecimento de água. Devido a esse problema, Iracy determinou o fim da cobrança da taxa de consumo de água. Foi redator dos semanários A Comarca, a partir de 1928, e O Jornal, em 1929, com seus colegas Délio de Carvalho e Francisco Neubern Penteado. Advogado e considerado um grande orador, era convidado sempre a fazer suas saudações em ocasiões solenes.
1936–1937 · Mario Flores
A criação do Ginásio Municipal de Pederneiras foi de responsabilidade do prefeito Mario Flores e foi instalado em 13 de março de 1937 pela comissão organizadora formada por Julio Ramos Kuntz, Caetano Ladaga Pisani e Ildefonso Werner. Com dificuldades na administração pública, sua atividade comercial intensa e debilitado estado de saúde, renunciou ao cargo em 31 de março de 1937.
1937–1938 · Antonio Soares Filho
Antonio Soares Filho deu sequência ao calçamento nos altos da avenida Tiradentes e suas ruas transversais com aproximadamente 10000 metros de paralelepípedos. Construiu a ponte sobre o ribeirão Pederneiras no trecho da avenida Paulista e fez o prolongamento da rua Coronel Coimbra. Adquiriu terras que foram doadas ao governo do estado de São Paulo para instalação do campo experimental de citricultura.
1938–1940 · Mario de Barros Camargo
O prefeito Mario de Barros Camargo assumiu o cargo em julho de 1938 e construiu o prédio da atual prefeitura que foi inaugurado em 20 de novembro de 1940. Era proprietário da fazenda Itauna e promoveu novo impulso a lavoura do município quando em 1937 iniciou o plantio de cinquenta mil mudas de laranjas.
1941–1942 · Joaquim Cortegoso
Joaquim Cortegoso nasceu em 27 de fevereiro de 1908, filho de Francisco Cortegoso Martins e de Maria Gardiolo. Formou-se médico pela Universidade do Rio de Janeiro. Foi um dos primeiros médicos da Santa Casa e um de seus diretores clínicos. Em seu governo, a prefeitura foi um valioso esteio, dando apoio irrestrito à conservação do Ginásio D. Luiz, quando da ordem de fechamento, conseguindo sua reabertura. Influente e respeitado, foi homenageado com seu nome o primeiro estádio da Associação Atlética Pederneiras e o atual posto de saúde da rua Eliazar Braga.
1942–1944 · Osny Fleury Silveira
Eleito vereador, o advogado Osny Fleury Silveira assumiu em 1936 para um mandato até 1939. Mas com a implantação do Estado Novo em 10 de novembro de 1937 pelo presidente Getúlio Vargas, foram extintas as câmaras de todo o país. Em 1941 Osny era redator do jornal O Comércio de Pederneiras, contribuindo com a imprensa local. Foi essencial sua participação na caravana em pró reabertura do ginásio em julho de 1941. Foi dele o discurso ao interventor federal Fernando Costa, que em comunicação com o ministro da educação Gustavo Capanema, teve imediatamente atendido com ordem de reabertura do ginásio. Participou de quase todas iniciativas da sociedade pederneirense da época. Assumiu a prefeitura em 19 de agosto de 1942. Deu impulso ao fornecimento de água construindo a casa da bomba na rua 15 de novembro, com um grande reservatório e sua distribuição alcançando os altos da avenida Paulista, onde não tinha o fornecimento de água. Com essa melhoria, construiu a primeira fonte luminosa da praça Dr. Joaquim de Sales.
1944–1945 · Gastão do Amaral Carvalho
De tradicional família paulista, Gastão do Amaral Carvalho nasceu em Jaú no dia 21 de maio de 1914, filho de José Augusto de Carvalho e Virgilina do Amaral Carvalho. Fez seus primeiros estudos no colégio dos belgas Cônegos Premonstratenses em Jaú. Em 1938 concluiu o curso de direito pela Faculdade de Niterói. Em 1942 seguiu para Pederneiras onde pretendia exercer a profissão. Nessa ocasião, sua família residia na fazenda Carvalho, onde já em 1928 havia uma fábrica de manteiga em lata de excelente qualidade. Foi advogado da prefeitura e em primeiro concurso de delegado de polícia foi aprovado. Assumiu a delegacia de Oriente em 1945. Nesse ano casou com Ana Murça Pires e tiveram dois filhos, José Augusto de Carvalho Neto e Murilo Murça de Carvalho. Foi nomeado pelo governo do estado e assumiu o cargo de prefeito em 1944 com apoio da população.
1946 · Valério De Conti
Valério De Conti nasceu em Pederneiras em 16 de novembro de 1909, filho de Attilio De Conti e Adelaide Ferrarezi. Estudou na escola da professora Carolina de Oliveira e quando jovem trabalhou na serraria e nas máquinas de beneficiamento de café e arroz com seu pai. Foi produtor de canteiros de mudas e enxertos da cultura de laranja. Participou da diretoria do Aero Clube de Pederneiras. Casou em 8 de setembro de 1935, em Santo André, com Maria de Jesus Retz Silva (Nenê) e teve dois filhos: Chantal De Conti, formada em direito e residente em Catanduva, e Julio De Conti, delegado aposentado, residente em São Carlos. Após indicação de Antonio De Conti pelo diretório do PSD local, aconteceu a renúncia do presidente Getúlio Vargas. Com a eleição do general Eurico Gaspar Dutra, os interventores puderam decidir em comum a situação das prefeituras. Sendo assim, em 29 de dezembro de 1945 nomearam Valério De Conti para o cargo de prefeito, satisfazendo dessa forma a vontade da maioria dos pederneirenses, sob a indicação do diretório do Partido Social Democrático de Pederneiras. Valério De Conti assumiu seu cargo em 31 de dezembro de 1945 para o período de um ano.
1947 · Afonso Ruiz Romero
Filho dos imigrantes espanhóis Eduardo Ruiz Sanches e Trindade Romero, Afonso Ruiz Romero nasceu no dia 15 de abril de 1898. Trabalhou com os pais e irmãos no sítio de propriedade da família em Água Limpa (Santelmo) na lavoura e criação de gado, suínos, etc. Para vender o que produziam, acompanhou seu irmão Antonio e mudou para Pederneiras e instalou comércio de secos e molhados. Casou com Soledade Pelegrina Ruiz e tiveram seis filhos: Trindade, Eduardo, Conceição, Cecília, Laura (Àurea) e Nely Pelegrina Ruiz. Construiu o sanitário público na praça da matriz, o posto de puericultura anexo à Santa Casa, que ficou sob a responsabilidade de Dr. Pedro Ivo, e implantou o primeiro posto de saúde da cidade que funcionou em frente à prefeitura.
1948–1951 · Antonio De Conti
Antonio De Conti nasceu em Pederneiras em 10 de maio de 1911, filho de Attilio De Conti e Adelaide Ferrarezi. Cursou o primário no Grupo Escolar de Pederneiras (atual Eliazar Braga), o ginasial e colegial no colégio São Norberto, em Jaú. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Paraná como clínico geral e otorrinolaringologista em 1937. Instalou seu consultório em Pederneiras onde clinicou por 41 anos. Eleito prefeito em 1947, governou a cidade de 1948 a 1951. Foi eleito vereador por dois mandatos consecutivos, de 1952 a 1959. Como médico, prefeito, vereador e cidadão pederneirense, colaborava com todos os setores da sociedade: igreja, imprensa, clubes sociais, esportes (tênis, bola ao cesto, futebol, regatas etc.) e escolas. Foi inspetor federal do Ginásio Anchieta e escolas de Bauru, Agudos, Lins e São Paulo. Atuou como um dos diretores clínicos da Santa Casa e foi presidente do Rotary Clube de 1943 a 1945. Construiu a ponte da rua Santos Dumont sobre o ribeirão Pederneiras. Tinha o atributo de grande orador. Casou em 1940 com Maria Aparecida Telles Razuk e teve duas filhas: Telma Razuk De Conti e Claudia Razuk De Conti.
1952–1955 · Afonso Ruiz Romero
1956–1959 · Michel Neme
Michel Neme nasceu em Pederneiras em 16 de outubro de 1903, filho de Saleme Neme e Kahla Bayoud Neme. Foi proprietário das fazendas Santa Lúcia, Itaúna, Canelada, Maturana e mais cinco sítios e olaria. Instalou máquinas para beneficiamento de café, arroz e algodão. Em 1955 foi eleito prefeito pela primeira vez com mandato de 1956 a 1959 e desenvolveu de imediato obras essenciais tais como o abastecimento de água, aumentando em 980 mil litros dois reservatórios e ampliou a rede de abastecimento até as vilas Paulista, Vista Alegre, Sumaré, Ruiz, América, Modelo, Bandeirantes, Santa Helena, Razuk, Ferraz e Chácara Gobo. Instalou rede de fornecimento de água no distrito de Guaianás. Pavimentou aproximadamente 90 mil metros quadrados de vias públicas. Construiu o Segundo Grupo Escolar, o novo prédio do Ginásio Anchieta, delegacia, postos de saúde, Grêmio Operário Pederneirense, remodelou a praça da matriz e o cemitério e iniciou a arborização da cidade. Nas grandes obras teve o apoio do estado pelo então governador Jânio Quadros. Construiu o primeiro núcleo habitacional de Pederneiras (D. Pedro I), almoxarifado da prefeitura, pontes da rua Coronel Coimbra e rua Belmiro Pereira e outras estradas municipais. Edificou escolas isoladas em Vanglória, Aguinha, Ribeirão Grande, Maná, Bairro dos Macacos, fazenda dos Patos e a Escola Primária de Guaianás, além da Escola de Iniciação Agrícola e ampliação do matadouro municipal. Adquiriu duas motoniveladoras, tratores e compactador de asfalto. Instituiu o brasão do município através da lei nº 479, de 23 de abril de 1957 e criou a biblioteca pública municipal de Pederneiras pela lei nº 497, de 21 de agosto de 1957. Com Michel Neme o município recebeu um impulso de progresso impressionante e teve início um novo tempo para Pederneiras.
1960–1963 · Antonio Guerrisi
Antonio Guerrisi nasceu no dia 27 de dezembro de 1910 em Arealva, filho de Vicente Guerrisi e Rosina Oriana Guerrisi, que eram imigrantes italianos. Fez o curso primário em Arealva e interrompeu os estudos pois teve que começar a trabalhar ajudando o pai no armazém de secos e molhados e padaria. Mudou para o distrito de Boracéia, então pertencente a Itapuí, onde se estabeleceu como comerciante e chegou a exercer o cargo de subprefeito. Começou a comercializar café, algodão e cereais. Mudou para Itapuí e adquiriu uma chácara onde instalou máquina de beneficiamento de café e arroz. Foi delegado de polícia interino de Itapuí e foi convidado ser candidato a prefeito, aceitou e foi eleito para o mandato de 1952 a 1955. Em 1959 foi convidado pela segunda vez a ser candidato a prefeito de Pederneiras, aceitou, foi eleito e tomou posse no dia primeiro de janeiro de 1960. Administrou Pederneiras até 1963. Eleito pela segunda vez em Itapuí, assumiu o mandato em 1964 e assim ficou por cinco anos. Em 1989 mudou-se para Pederneiras com sua companheira D. Dilza Carolina Calaf. Antonio Guerrisi faleceu no dia 21 de abril de 1992.
1964–1968 · Michel Neme
Em seu segundo mandato, Michel Neme iniciou a pavimentação asfáltica da vila Schiavon, fez reformas e ampliação do cemitério, construiu nova escola em Santelmo e casas próprias para os funcionários municipais. Iniciou a instalação da nova iluminação pública através da CESP, que foi inaugurada em 20 de outubro de 1967 e sua ampliação em 27 de outubro de 1968. Pavimentou e inaugurou a via de acesso à rodovia Comandante João Ribeiro de Barros.
1969–1972 · Willibaldo Fernandes Gil
Willibaldo Fernandes Gil nasceu em Pederneiras em 1º de novembro de 1931, filho de José Fernandes Gil e Maria Ribeiro. Iniciou suas atividades como diretor presidente da firma Gil e Cia Ltda, com filiais em Bauru e Marília. Foi diretor presidente da Comercial Gilar Ltda em Pederneiras. Foi proprietário da rádio Cultura de Pederneiras, vice-presidente da APAE e presidente do Grêmio Operário Pederneirense, do Rotary Clube, da Associação Comercial e da Polícia Mirim. Em seu mandato como prefeito construiu a rede de água e esgoto, o almoxarifado, escolas isoladas e casas aos funcionários da prefeitura. Fez a pavimentação asfáltica com mais de 70 mil metros, perfurou dois poços artesianos e terminou a construção do prédio do Tiro de Guerra. Instalou dois Centros Sociais Comunitários, o Serviço Municipal de Televisão e também as primeiras indústrias do parque industrial através da doação de terrenos às firmas interessadas. Incentivou o ensino de grau médio com subvenções à Escola Técnica de Comércio Anchieta, instalação do Movimento Brasileiro de Alfabetização (Mobral) e ampliação da Biblioteca Pública Municipal. Adquiriu veículos e viaturas, destacando a compra de pá carregadeira e dois caminhões. Inaugurou o Ambulatório Médico-Dentário da Associação dos Fornecedores de Cana, a Cidade da Criança, o Parque Infantil Municipal e o centésimo quarteirão de asfalto na rua Duque de Caxias.
Obras em Guaianás: pavimentação asfáltica, construção da praça e instalação da iluminação a vapor de mercúrio.
Obras em Santelmo: fornecimento de água e saneamento das ruas.
Obras em Vanglória: fornecimento de água, extensão da rede de energia elétrica e calçamento da praça.
Incentivo ao turismo através do aproveitamento das belezas naturais do rio Tietê, com a implantação do Parque Turístico Municipal inaugurado em 28 de janeiro de 1973, contando com praia artificial, serviço de bar e restaurante e vários conjuntos esportivos. Recebeu o diploma de Honra ao Mérito outorgado pelo Ministério da Educação e da Secretaria de Promoção Social, SESC – Serviço Nacional do Comércio e o diploma “Um dos Melhores Prefeitos entre os 10 do ano de 1971”. Casou em Pederneiras no dia 2 de dezembro de 1956 com Maria Josepha Mulla Gil e teve quatro filhos: Silmara, Siliana, Sileide e Willibaldo Fernandes Gil Junior.
1973–1976 · Michel Neme
Em seu terceiro mandato, Michel Neme inaugurou o prédio do novo Fórum que foi iniciado na gestão de Willibaldo Fernandes Gil. Construiu o núcleo habitacional que recebeu o seu nome e deu novo impulso à industrialização com a conquista da Equipamentos Clark (atual Volvo). Em todos os mandatos doava sua remuneração como prefeito à Santa Casa, Instituto Coração de Jesus e Escola Técnica de Comércio Anchieta.
1977–1982 · Waldomiro Fernandes Mateus
Waldomiro Fernandes Mateus nasceu em Pederneiras em 21 de dezembro de 1931, filho de Manoel Fernandes Cara e Thomasia Mateus. Cursou o primário no Grupo Escolar de Pederneiras (atual Eliazar Braga), o ginasial em Jacarezinho e se formou contabilista na Escola Técnica de Comércio Anchieta em 1956. Nesse mesmo ano iniciou a locução na rádio Cultura de Pederneiras. Em 1958 adquiriu a rádio em sociedade com Camel Al-Haj. Através da rádio, mobilizou a população em suas campanhas pelo Natal das Crianças e escolha da Mãe Pederneirense todo mês de maio. Em sua equipe na rádio participava também Elias Simão. Casou em seis de setembro de 1959 com Isabel Veronez. Em 1968 mudou para Santos adquirindo a Livraria Atlântica, retornando a Pederneiras após cinco anos. Convidado por Michel Neme, concorreu às eleições de 1976 e venceu, assumindo o cargo para o quadriênio 1977/1980. Porém houve prorrogação de mandato e permaneceu no cargo até 1982. Como prefeito construiu o Núcleo Habitacional Antonio De Conti através da COHAB, as instalações para a escola SESI na avenida Paulista, ampliou a rede de energia com o projeto “Luz para a Periferia”, deu continuidade ao Natal das Crianças e implantou o sistema de numeração predial criado pelo professor Wilson Ruiz Fernandes que entrou em vigor em 1981. Construiu o Ginásio de Esportes que foi inaugurado em maio de 1981 com o nome de 22 de Maio. Depois teve sua denominação modificada em 1983 para “Antonio Florêncio Pereira”. Em 1992 foi eleito vice-prefeito com Giácomo Metódio Bertolini em mandato de 1993 a 1996.
1983–1988 · Giácomo Metódio Bertolini
Giácomo Metódio Bertolini nasceu no dia 27 de fevereiro de 1933, filho de Norino Bertolini e Delfina Trazzi Bertolini. Cursou o primário no Grupo Escolar Eliazar Braga, o ginasial no Ginásio Estadual Anchieta e técnico em contabilidade na Escola Técnica de Comércio Anchieta. Foi produtor rural, caminhoneiro, empresário de desmatamento e terraplenagem além de comércio de tratores. Manteve também a empresa CRIARTE – Parque e Jardins. Foi eleito vereador em 1976 e exerceu o mandato de 1977 a 1982 quando foi eleito prefeito pela primeira vez com mandato de seis anos. Reformou o prédio anexo a prefeitura para a implantação da Divisão de Obras e Engenharia, Divisão de Recursos Humanos, Junta de Alistamento Militar e Incra. Realizou as seguintes construções: passagem de nível inferior sob os trilhos da ferrovia na rua Santos Dumont e que foi inaugurada em 28 de outubro de 1988, Centro de Atendimento Médico Municipal, prédio da Polícia Militar e para a Ciretran, fábrica de blocos e artefatos de cimento, usina de asfalto e amplo almoxarifado, ponte entre os distritos de Guaianás e Santelmo, padaria e cozinha piloto para fornecer refeições para as EMEIs, EMEFs, escolas estaduais e várias entidades, 1500 metros de galerias fluviais, 14 kms de rede de esgoto e o Recinto de Exposições onde é realizada todo ano a festa máxima do município (Feira das Nações e outros eventos). Conseguiu a pavimentação dos acessos aos distritos de Guainás e Santelmo.
1989–1992 · Fernando Antonio Minguili
Nascido em Pederneiras em 23 de março de 1934, Fernando Antonio Minguili é filho de Vicente Juliano Minguili e Marina Martini Minguili. É casado com Maria Diva de Lima Minguili e tem os filhos Cristiane, Valéria e Alessandro e os netos Bruno, Rafael, Vicente e Marina. Iniciou seus estudos do antigo primário no Grupo Escolar Eliazar Braga, passando depois para o Ginásio Anchieta. Concluiu o curso Colegial (Científico) em Jaú e formou-se em Odontologia em 1954, na Faculdade de Araraquara. Estendeu o curso universitário na Faculdade de Saúde Pública da USP, em São Paulo. Exerceu as atividades de cirurgião dentista em sua clínica particular de 1955 até 1971, quando então passou a fazer dedicação exclusiva ao serviço público, inicialmente como cirurgião dentista do assessor chefe da grande São Paulo e finalmente como sanitarista na Regional da Saúde, em Bauru. Como jornalista, possuía o registro de redator no Ministério do Trabalho desde 1973. Trabalhou para os jornais Folha de Pederneiras, A Notícia, O Roteiro e A Praça. Sua participação na política iniciou em 1959 quando disputou sua primeira eleição vitoriosa como vereador, reelegendo-se em 1963. Exerceu por duas legislaturas o cargo de vereador até 1968 e foi presidente da Câmara por três anos consecutivos. Nessa ocasião presidiu a sessão permanente da Câmara Municipal que realizou vigília por três dias seguidos durante o episódio de grande participação popular que culminou com a encampação da antiga Empresa de Força e Luz Ltda pela CESP. Esse movimento colocou fim ao sério problema de eletricidade de Pederneiras. Foi vice-prefeito por duas vezes, de 1969 a 1972 e de 1983 a 1988. Em 1986 aconteceu a grave crise de abastecimento de carne bovina e nesse momento Fernando Antonio Minguili foi o representante do município junto ao frigorífico de Florida, no Uruguai, onde esteve pessoalmente. Conseguiu com este ato concretizar a importação da carne diretamente daquele país que era distribuída pelos açougues locais durante todo o tempo em que perdurou a carência do produto. Foi prefeito municipal de 1989 a 1992 e executou a remodelação da praça da matriz em comemoração ao centenário da cidade, construiu seis postos de saúde, o CAIC, mais de mil casas populares, concluiu o Terminal Rodoviário e Matadouro Municipal, ampliou o cemitério, realizou pavimentação asfáltica, abriu estradas vicinais, construiu escolas e centros comunitários, fez a interligação de abastecimento de água e construção da rede de esgoto na Cidade Nova e rede de esgoto no Marajoara, entre outras realizações. Desapropriou extensa área de terra nas margens do Tietê para a instalação do Porto Intermodal. Foi vice-presidente do Consórcio de Municípios da Hidrovia Tietê-Paraná e secretário geral da Associação dos Prefeitos do Estado de São Paulo. Participou da comitiva que foi conhecer a hidrovia no estado do Tennessee (EUA) com o objetivo de aproveitamento daquela experiência em nossa hidrovia. Desempenhou também o cargo de diretor do Departamento Municipal de Administração durante a gestão do prefeito Rubens Cury, de 1987 a 2004. Foi provedor da Santa Casa por três vezes e foi o responsável pela construção da ala de internação para a atual pediatria, SUS, e pela implantação das dependências onde funciona o Pronto Socorro. Foi membro da Loja Maçônica desde de 1965 e foi seu Venerável por três vezes. Pertenceu ao Rotary Club de Pederneiras por 38 anos, exercendo também o cargo de presidente. Participou das diretorias do CRC e Clube Alvorada. Como enxadrista, fez parte da equipe pederneirense que participou dos Jogos Abertos do Interior em Santos, no ano de 1951. Foi campeão dos Jogos Universitários Farmo-Odonto, em Ribeirão Preto, em 1954 e foi campeão municipal na década de 1980. É um dos fundadores do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) em Pederneiras e exercendo sua presidência.
1993–1996 · Giácomo Metódio Bertolini
Eleito novamente em 1992, Giácomo Metódio Bertolini concedeu transporte gratuito para estudantes, iniciou a implantação dos distritos industriais, do terminal rodoviário e do programa de desfavelamento em diversas vilas. Reformou o Estádio Antonio Ruiz Romero e construiu o Parque Ecológico Vale do Sol. Em sua administração foram construídos os Núcleos Habitacionais Norino Bertolini I e II, Antonio Facciolo e Maria Elena Pereira Bertolini com sua escola, e mais 74 casas para funcionários públicos municipais no bairro Michel Neme. Casou com Maria Elena Pereira e tiveram três filhas, Ieda Maria, Ivana Maria e Yula Maria Bertolini.
1997–2000 e 2001–2004 · Rubens Emil Cury
Rubens Emil Cury nasceu em Pederneiras em 22 de outubro de 1952, filho de Emil Habib Cury e Helena Razuk Cury. Cursou a 1ª série primária na Escola Estadual Senador Rodolpho Miranda em Cabrália Paulista. Da 2ª até a 8ª série estudou na Escola Estadual Benedito Gebara em Duartina e cursou o colegial na Escola Estadual Ernesto Monte em Bauru. Ingressou na Faculdade de Medicina de Marília em 1972, graduando-se em 1977. Em 1978 e 1979 fez residência médica na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e em 1980 fez especialização em cardiologia no INCOR. Exerceu o cargo de coordenador da saúde de Pederneiras de 1989 até 1992. Foi prefeito por dois mandatos consecutivos, de 1997 até 2004. Sua atuação foi direcionada para todos os setores incluindo programas na educação, nos esportes, habitação, saúde e prevenção. Realizou assistência direta aos cidadãos através da Prefeitura Itinerante, recapeou ruas e avenidas, construiu centros de saúde e comunitários. Criou o distrito industrial às margens do rio Tietê. Conseguiu junto ao governo estadual a pavimentação da estrada vicinal ligando a cidade ao Porto Intermodal tornando-o polo regional. Dedicou total atenção ao setor da saúde, com conclusão de obras na Santa Casa com a criação de novas alas, maternidade e novo Pronto Socorro. Casou em 1980 com Maria Claudina Gisbert (psicóloga) e teve três filhos: Rubens (médico neurologista), Maria Elisa (psicóloga) e Bruno Gisbert Cury (falecido).
2005–2008, 2009–2012, 2021–2024, 2025–2028 · Ivana Maria Bertolini Camarinha
Ivana Maria Bertolini Camarinha nasceu em Pederneiras no dia 20 de setembro de 1966, filha de Giácomo Metódio Bertolini e Maria Elena Pereira Bertolini. Fez o pré e o curso primário no Instituto Coração de Jesus, cursou o 1o. grau na Escola Estadual de Primeiro e Segundo Grau Anchieta, de 1977 a 1980. Cursou o Colegial de 1981 a 1983 no Preve-Objetivo em Bauru e fez Pedagogia na UNESP de Araraquara em 1984 e 1985. Cursos superiores: história – Fundação Educacional de Jaú e fisioterapia – UNIP – Bauru. Lecionou história na rede estadual, foi presidente do Fundo Social de Solidariedade de 1993 a 1996 e coordenadora da creche do CAIC em 1995/96. Empresária da CRIARTE -Parques e Jardins. Foi a primeira mulher a ser eleita prefeita de Pederneiras com mandato de 2005 a 2008. Realizou melhorias de infraestrutura de ruas e avenidas, mais de quatro mil metros de galerias pluviais, o Centro de Atenção a Saúde da Mulher, Centro de Especialidades Odontológicas, Centro de Capacitação e Geração de Renda, Ambulatório de Saúde Mental, Centro de Formação Profissional – SENAI, conquista do novo prédio do SESI, reestruturação dos postos de saúde, reforma antiga Estação Ferroviária (Centro Cultural), escolas e creches. Deu incentivo aos esportes e revitalizou o Parque Ecológico. Ivana Maria Bertolini Camarinha é casada com o Dr. César Antonio Bastos Camarinha e tem dois filhos, Laís e André Bertolini Camarinha.
Pessoas citadas neste verbete
- Leopoldo Clementino Moreira
- Manoel José Coimbra
- Claudino José Pereira
- Joaquim Antônio Esteves
- Alberto Penteado
- José Alves da Silva
- Joaquim de Sales
- José Hilário e Silva
- Cândido de Camargo Serra
- Rodopiano Neves
- João Nunes Sumares
- Décio Pereira
- José Vicente Arantes
- Francisco de Assis Nepomuceno
- Benjamim Monteiro da Silva
- Alfredo Mendes da Rosa
- Fausto Furlani
- Sebastião Braga
- Serafim Ferreira dos Santos
- Elpidio Antonio Ladeira
- Deocleciano Canto Meneses
- Iracy Ubirajara de Oliveira
- Mário Flores
- Antonio Soares Filho
- Mário de Barros Camargo
- Joaquim Cortegoso
- Osny Fleury Silveira
- Gastão do Amaral Carvalho
- Valério De Conti
- Afonso Ruiz Romero
- Antonio De Conti
- Michel Neme
- Antonio Guerrisi
- Willibaldo Fernandes Gil
- Waldomiro Fernandes Mateus
- Giácomo Metódio Bertolini
- Fernando Antonio Minguili
- Rubens Emil Cury
- Ivana Maria Bertolini Camarinha
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