Pular para o conteúdo
Acessibilidade

Pessoas

Giuliano Tincani

Camponês da Toscana, veio ao Brasil aos 19 anos atrás de diamantes "do tamanho de um ovo". Dá nome ao Centro de Apoio ao Turista.

Dá nome aCentro de Apoio ao Turista

Foto do acervo — a resgatarAs imagens deste verbete ainda estão no servidor do site antigo, aguardando resgate.

Nascido em 22 de fevereiro de 1936, na bucólica comuna de Fabbriche di Vallico, província de Lucca, na região da Toscana — Itália, o jovem camponês Giuliano Tincani, então com 19 anos, imigra ao Brasil com seus pais e irmãos após a Segunda Guerra Mundial, com o sonho de fazer fortuna encontrando os enormes diamantes, “do tamanho de um ovo”, das estórias que escutava dos pracinhas brasileiros.

Chegando na cidade de Rio Claro e se estabelecendo posteriormente em Campinas, onde trabalhou em diversas empresas, conheceu e se apaixonou pela jovem e encantadora Maria Antônia Freitas Pereira, com quem se casou em 3 de março de 1959, e dessa união tiveram quatro filhos: Ada Maria, Júlio César, Silvana e Daniela.

A família veio para Pederneiras no ano de 1974, onde Giuliano atuou como empresário, sócio da empresa DeTerra, e a partir de meados dos anos 80 também se dedicou à agropecuária, em um sítio herdado por Maria Antônia em Boraceia e também em suas terras no Estado de Mato Grosso do Sul — Fazenda Olho d’Água, Fazenda Nova Itália e Fazenda Pederneiras.

Palmeirense de corpo, alma e coração e amante da Fórmula 1, os finais de semana em sua casa eram muito felizes na presença de seus familiares e amigos, sempre com mesa farta, onde não podia faltar o macarrão à carbonara, polenta e churrasco, tudo regado a um bom vinho, e aquela algazarra típica de uma famiglia d’Italia.

Foi um excelente marceneiro, e com suas mãos transformava a madeira bruta em lindas peças de mobília ao estilo clássico. Parceiro do Prefeito Giácomo Bertolini, teve papel de destaque na implantação do Parque Ecológico Municipal e na construção de brinquedos de madeira para as praças públicas da cidade.

Avô muito dedicado, viverá sempre na lembrança de seus netos Eliel Júnior, Giuliano Neto, Ada Elisa, Alex, Marcus Vinícius, Bruno, Túlio e Maria Fernanda, e no sorriso de seus bisnetos Henrique, Júlia, Helena, Sophia, Alice e Maitê.

Viveu seus últimos anos em sua “Fazenda Pederneiras”, às margens do Rio Aquidauana, no Mato Grosso do Sul, em meio à natureza daquele local que amava. Faleceu no dia 20 de maio de 2011 em Campo Grande/MS.

Pessoas citadas neste verbete

Você tem fotos ou lembranças sobre isto?

Fotografias, documentos e histórias de família ajudam a completar este verbete. O acervo cresce com o que a cidade traz.

Contribuir com o acervo